JPY/GBP
MoedaIene Japonês/Libra Esterlina
Atualizado: 2026-10-02 17:53:49
Resumo Cambial: Iene Japonês/Libra Esterlina
O câmbio de Iene Japonês/Libra Esterlina (JPY/GBP) está cotado a R$ 0,0048 para compra e R$ 0,0048 para venda, registrando uma variação de +0.00% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 0,0048 e a máxima de R$ 0,0048.
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CHINA Pequim afirma que as criptomoedas são “cúmplices” de espionagem O Ministério da Segurança do Estado da China endureceu sua retórica sobre os riscos das criptomoedas, destacando seu papel em crimes e ressaltando que as transações não são realmente anônimas. Segundo o South China Morning Post, os agentes de inteligência publicaram um artigo nas redes sociais afirmando que as criptomoedas são usadas para facilitar a lavagem de dinheiro e ataques cibernéticos, além de servirem como “cúmplices” em atividades de espionagem. O MSS afirmou que as criptomoedas são frequentemente usadas por “forças hostis anti-China no exterior” para desestabilizar a ordem financeira e prejudicar a segurança nacional. O alerta de que as criptomoedas não são tão anônimas quanto a maioria das pessoas supõe parecia ser um aviso codificado dirigido a possíveis espiões estrangeiros que acreditam, equivocadamente, que poderiam enviar ou receber pagamentos sem que as autoridades soubessem: “Agências de inteligência estrangeiras tentariam dissipar as preocupações das pessoas que buscavam recrutar como espiões, afirmando que a circulação de moedas virtuais era difícil de verificar, segundo o Ministério.” “Estamos monitorando a blockchain” era a mensagem. Embora o alerta seja válido para a maioria das criptomoedas, como Bitcoin e Ethereum, Monero e Zcash são totalmente privadas quando usadas corretamente. A China proibiu as criptomoedas diversas vezes, antes de uma proibição abrangente das exchanges em 2017 e de uma proibição posterior da mineração em 2021. O país também declarou ilegais todas as empresas de criptomoedas. SINGAPURA Atividade cripto em Singapura cresce 55% enquanto a região mais ampla recua A atividade cripto de Singapura cresceu 55,4%, chegando a US$ 284 bilhões no ano encerrado em junho de 2026, contrariando uma contração regional e recuperando sua posição como a maior economia cripto da Ásia Central e do Sudeste Asiático e da Oceania (CSAO), segundo a Chainalysis. Grande parte do crescimento veio da atividade de plataformas institucionais, que aumentou 94%, chegando a US$ 60 bilhões, concentrada em um pequeno número de formadores de mercado, empresas de negociação de balcão e corretoras institucionais. A Chainalysis afirmou que a economia cripto mais ampla da CSAO contraiu 6,8% no mesmo período. “O crescimento do ecossistema de plataformas institucionais de Singapura foi muito concentrado e marcado principalmente por atividades de alto volume de plataformas existentes, e não pela entrada dinâmica de novos serviços”, disse a Chainalysis à Cointelegraph. Atividade econômica total de criptomoedas na CSAO. Fonte: Chainalysis COREIA DO SUL Coreia do Sul pode finalmente permitir a atuação de formadores de mercado de criptomoedas A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul afirmou que está considerando um sistema de formação de mercado para ativos digitais, depois que uma stablecoin vinculada ao valor do iene japonês foi negociada por até quatro vezes seu valor de referência em uma grande exchange sul-coreana no início deste mês. A exchange de criptomoedas Upbit abriu a negociação da JPYC, uma stablecoin lastreada em iene, em 17 de setembro, com o mercado abrindo a 12 wons sul-coreanos por JPYC antes de atingir uma máxima de 37,6 wons sul-coreanos apenas uma hora depois, mais de quatro vezes seu valor de mercado. O salto foi atribuído à liquidez limitada na Upbit. “Também analisaremos a necessidade de introduzir sistemas como atividades de formação de mercado para aumentar a eficiência e a estabilidade do cenário de ativos digitais”, afirmou Yoo Young-joon, diretor de política de finanças digitais da FSC. A Lei de Proteção aos Usuários de Ativos Virtuais da Coreia do Sul atualmente não contém uma isenção para a formação de mercado em suas disposições sobre manipulação de mercado, impedindo que formadores de mercado forneçam liquidez nos mercados de criptomoedas do país. MoonPay inicia operações na Coreia A empresa norte-americana de pagamentos e infraestrutura MoonPay lançou uma subsidiária sul-coreana. Ela trabalhará com instituições financeiras locais em remessas, pagamentos, liquidações e distribuição de ativos digitais. No entanto, ainda não recebeu as aprovações necessárias. JAPÃO Binance Pay permite que visitantes gastem criptomoedas em estabelecimentos da PayPay no Japão A Binance Pay permitirá que usuários estrangeiros elegíveis que visitam o Japão gastem mais de 100 criptomoedas na grande maioria dos estabelecimentos compatíveis com a PayPay a partir de quarta-feira. O serviço funcionará por meio da HIVEX, uma estrutura de interoperabilidade de pagamentos que conecta serviços estrangeiros de pagamento por QR Code a estabelecimentos compatíveis com a PayPay no Japão. A Binance Pay usa a Tether USDt (USDT) como camada de liquidação de retaguarda, enquanto a HIVEX liquida com a PayPay, e a PayPay liquida com os comerciantes em ienes. A Binance disse à Cointelegraph que é o primeiro serviço de pagamentos cripto a acessar estabelecimentos compatíveis com a PayPay por meio da HIVEX. Segundo a empresa, os comerciantes não precisarão aderir separadamente. A PayPay é um serviço japonês de pagamentos sem dinheiro aceito em milhões de locais em todo o país, incluindo grandes redes, pequenos varejistas, máquinas de venda automática, táxis e transporte público. Ela lista outros nove serviços estrangeiros de pagamento compatíveis por meio da HIVEX, principalmente da China, de Hong Kong e de Taiwan. Cruzamento de Shibuya. Fonte: Jezael Melgoza HONG KONG Reguladores de Hong Kong ampliam supervisão de relatórios financeiros para empresas cripto licenciadas Os reguladores de Hong Kong assinaram um acordo para ampliar sua cooperação em relatórios financeiros e auditorias de empresas cripto licenciadas. A Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC) e o Conselho de Contabilidade e Relatórios Financeiros (AFRC) concordaram em trabalhar juntos em auditorias e trabalhos de asseguração e estabeleceram uma estrutura para compartilhamento de informações, encaminhamento de casos, assistência mútua e inspeções e investigações coordenadas de empresas cripto licenciadas. A nova stablecoin lastreada em dólar de Hong Kong do HSBC se chama RedCoin O HSBC planeja uma implementação gradual da RedCoin, sua nova stablecoin baseada no dólar de Hong Kong, começando com pagamentos entre pessoas e para comerciantes, antes de expandir para casos de uso corporativos e institucionais. A empresa também está lançando uma campanha educativa para que o público não seja enganado e perca suas moedas.
Dólar, Iene e Real: O que está por trás da desvalorização de uma moeda
Em meses recentes, o iene, moeda oficial do Japão, atingiu a menor cotação em 40 anos, tendo chegado a um patamar próximo de 160 ienes por dólar, o que gerou alertas sobre uma eventual intervenção cambial para sustentar a moeda japonesa. A trajetória descendente da moeda vem de longa data. Após um período de alta entre a década de 1990 e o início dos anos 2010, quando chegou próximo da marca de 70 ienes por dólar, a moeda perdeu força diante de um contexto macroeconômico altamente complexo. Entretanto, mesmo diante de um momento delicado e altamente volátil, por que algumas moedas conseguem manter certa resiliência enquanto outras, como o iene, veem sua cotação desmoronar? A trajetória da queda de uma moeda Existem alguns fatores que ajudam a explicar o porquê de algumas moedas enfrentarem forte desvalorização no câmbio. No caso do iene, esse movimento é amplamente atribuído aos baixos juros praticados pelo Banco do Japão por décadas, num movimento anticíclico que almejava estimular a atividade econômica do país, que enfrentava um período prolongado de baixo crescimento. A moeda conseguiu preservar seu valor até meados de 2011, em parte graças aos superávits da balança comercial japonesa e à confiança do mercado na resiliência econômica do Japão em momentos de crise, o que ajuda a explicar a alta do iene durante a crise de 2008, por exemplo. A mudança de paradigma se deu, primeiro, devido ao fim da sequência de superávits. Em 2011, o país registrou um déficit comercial de 2,49 trilhões de ienes (o equivalente a US$ 32 bilhões à época), interrompendo um ciclo de 30 anos de saldo positivo na balança comercial. Além dos baixos juros, outro motivo que levou à desvalorização do iene foi um conjunto de políticas chamado de Abenomics, adotado pelo então primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e formulado com base em um tripé de políticas de estímulo fiscal, reformas estruturais e flexibilização monetária. Essa estratégia, entre outros objetivos, visava promover uma retomada da produção industrial no país, que, em teoria, seria estimulada pelos menores custos associados a uma moeda mais fraca. Apesar de resultados positivos, como o fortalecimento da Bolsa de Tóquio e a forte atração de investidores estrangeiros, a Abenomics, no médio e longo prazo, contribuiu para o aumento da dívida pública japonesa (atualmente a maior do mundo, equivalente a mais de 200% do Produto Interno Bruto do país) e contribuiu para uma desvalorização persistente do iene, agravada também por questões estruturais como a crise demográfica, marcada pelo envelhecimento da população em idade ativa. O preço do dinheiro Recentemente, o Banco do Japão (BoJ) elevou a taxa de juros básica do país em 0,25 ponto percentual, de 1% para 1,25% ao ano, o maior nível desde 1995, com o objetivo de conter os preços em um contexto global marcado por aumento de custos no setor energético e em face da forte desvalorização do iene. Jonathan Joo Young Lee, head da mesa internacional da Mirae Asset Brasil, explica que a elevação dos juros só ataca um dos problemas enfrentados pela moeda japonesa. “Existem pelo menos três camadas relevantes por trás dessa desvalorização. A primeira é conjuntural: o iene paga juro real negativo. A segunda é fiscal: o juro japonês sobe por meio da dívida, e não por força da economia. E a terceira é estrutural: o superávit do Japão não se converte em demanda por iene. A alta de juros do BoJ só ataca a primeira camada”, afirma. A trajetória ascendente dos juros reflete ainda uma exigência maior de prêmio por parte dos investidores, como “compensação” pelo aumento da dívida pública. Só que, nesse contexto, os juros mais altos não necessariamente se traduzem numa economia fortalecida, já que podem estar associados à percepção de risco fiscal. “A moeda em si não é uma nota de desempenho da economia. É o preço relativo do dinheiro, definido pelo juro real que ela paga. O Japão é rico em estoque, mas fraco em fluxo: cresce cerca de 1% ao ano, com diminuição da população em idade ativa, paga juro real negativo e manda a poupança para fora”, acrescenta Lee, ao mencionar o fenômeno conhecido como carry trade, que consiste na captação de recursos em uma moeda com juros baixos, como o iene, e a aplicação desses recursos em moedas com juros mais altos, a exemplo do dólar. Os diferentes caminhos para a desvalorização de uma moeda A trajetória da moeda japonesa está longe de ser um precedente único na economia mundial. Em determinados países, as moedas locais têm enfrentado situações agudas decorrentes de problemas macroeconômicos. Exemplo disso é o rial iraniano, que no mês passado atingiu uma mínima histórica frente ao dólar, sendo negociado a mais de 2 milhões por dólar no mercado paralelo, em um contexto agravado por tensões globais e pelas sanções econômicas aplicadas sobre o Irã. Outro caso é o do peso argentino, que tem enfrentado períodos de desvalorização sucessivos, tanto pela instabilidade econômica do país quanto pela persistência da alta inflação. Na tentativa de conter distorções cambiais e mitigar a perda de reservas em dólar, o Estado argentino, em diferentes momentos na história recente, optou por medidas que resultaram na desvalorização da moeda. É preciso, contudo, entender que o processo de desvalorização de uma moeda não ocorre de forma homogênea ao redor do mundo. Os processos de desvalorização do peso argentino e do iene japonês, ainda que tenham partido de pressupostos semelhantes (estabilização da economia por meio de políticas monetárias), ocorreram em contextos completamente distintos. Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil, destaca que os baixos juros praticados no Japão e o Carry Trade são os agravantes no caso do iene, enquanto, na Argentina, a deterioração do peso se dá sobretudo pelo cenário de crise monetária. “O iene tem sofrido sobretudo com juros japoneses inferiores aos de outras grandes economias. A sua fraqueza recente não equivale à crise de inflação e confiança associada ao peso argentino”, afirma. “Na Argentina, embora haja esforços de estabilização, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ainda aponta inflação elevada, dificuldades na recomposição de reservas e episódios de maior procura por dólares. A diferença central não é o número de unidades por dólar, mas o motivo pelo qual a moeda está fraca e se existe confiança de que o poder de compra será preservado”, acrescenta. Conforme o especialista, no longo prazo, o valor de uma moeda não será determinado necessariamente pelos juros ou pela cotação frente ao dólar. Nessa equação, precisa-se levar em conta variáveis como a inflação, especialmente na comparação com parceiros comerciais, o índice de produtividade, a capacidade de exportar e gerar divisas, a dependência de importações, a estabilidade fiscal e a confiança nas instituições e na política econômica em geral. Nessa linha, o processo inverso, de revalorização de uma moeda, perpassa por políticas de ajuste fiscal e pela recuperação da confiança na moeda local. “Quando há perda de confiança, recuperar a moeda existente exige um conjunto coerente de medidas, como controlar a inflação, evitar o financiamento recorrente de déficits pela emissão de moeda, tornar as contas públicas sustentáveis e oferecer regras cambiais e monetárias compreensíveis. Criar outra moeda pode ajudar numa crise extrema, mas mudar o nome das notas não corrige o desequilíbrio por trás delas”, diz Araújo. A desvalorização como estratégia A desvalorização de uma moeda pode ser usada como uma estratégia para fomentar a economia e também incrementar o setor de exportações, ao tornar determinado país mais competitivo na comparação com outros parceiros comerciais. Um dos principais símbolos dessa estratégia é o yuan, a moeda oficial da China. Por décadas, o governo chinês manteve a moeda estrategicamente num patamar baixo para fomentar o setor de exportações do país e expandir a atividade econômica. Ao mesmo tempo, a adoção prolongada dessa estratégia tem gerado certa controvérsia. Parceiros comerciais de Pequim, como a União Europeia (UE), Estados Unidos e órgãos internacionais como o FMI têm constantemente apontado desequilíbrios nas trocas comerciais globais em função dessa prática. Essa estratégia também precisa ser adotada com parcimônia, a fim de evitar uma escalada de custos no mercado local e a deterioração do poder de compra da população. “Ela passa a custar caro quando encarece energia, máquinas, insumos e alimentos importados, pressiona a inflação e reduz o poder de compra da população. Além disso, se as empresas exportadoras dependem muito de componentes importados, parte do ganho cambial desaparece no aumento dos próprios custos”, afirma Araújo. 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Japão quer 10 milhões de robôs no mercado para enfrentar falta de trabalhadores
O Japão estabeleceu a meta de colocar cerca de 10 milhões de robôs equipados com inteligência artificial em operação até 2040. A iniciativa faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o uso de robôs em 18 áreas da economia diante do envelhecimento da população e da crescente dificuldade das empresas para encontrar trabalhadores. Continua após a publicidade A estratégia inclui setores como manufatura, logística, saúde, construção, varejo e segurança, além de áreas como produção de alimentos e cuidados de enfermagem. O governo japonês também pretende desenvolver infraestrutura de dados e tecnologias de IA física para permitir que os robôs aprendam e executem tarefas no mundo real. O cenário demográfico ajuda a explicar a aposta. Segundo projeções de variante média das Nações Unidas, a população japonesa deve chegar a aproximadamente 112,2 milhões de pessoas em 2040, contra 119,6 milhões projetados para 2030. A idade mediana deve alcançar 54 anos, enquanto pessoas com 65 anos ou mais representariam 35,3% da população. O Canaltech está no WhatsApp! Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia WhatsApp Continua após a publicidade A estratégia não está apenas no papel. A startup japonesa Zeals apresentou o D1, um robô humanoide sobre rodas desenvolvido para ambientes internos. A máquina tem 129 centímetros de altura, utiliza uma câmera para reconhecer rostos e possui dois braços capazes de carregar até 5 kg cada. Com preço inicial de 5 milhões de ienes (cerca de US$ 32 mil), a empresa pretende produzir 100 unidades até março de 2027 e acumular 10 mil horas de operação em ambientes reais. O D1 foi desenvolvido para aplicações em hospitais, hotéis, fábricas, centros de logística e instalações de cuidados para idosos. Em agosto, um hospital de Nagoia testou a máquina para orientar visitantes, recolher pratos e limpar mesas na área de alimentação. Para Masahiro Shimizu, CEO da Zeals, colocar os robôs em situações reais é importante para coletar dados e verificar se eles são realmente úteis fora dos laboratórios. Outra empresa japonesa, a Kakuichi, também pretende colocar um humanoide para trabalhar a partir de abril de 2027. O robô chamado Miyazawa Noah deverá passar por diferentes departamentos, incluindo manufatura e vendas, aprendendo tarefas por meio da experiência prática. Seguradoras já se preparam para acidentes O crescimento dos robôs no ambiente profissional também cria um novo mercado para seguradoras. A Mitsui Sumitomo Insurance firmou parceria com a Zeals para oferecer cobertura aos usuários do D1, incluindo empresas de setores como hotelaria, saúde, indústria e logística. A preocupação não está apenas em acidentes físicos. As seguradoras também consideram riscos relacionados a danos materiais, ataques cibernéticos e vazamento de dados provocados pelos sistemas robóticos. Continua após a publicidade Em julho, a Mitsui Sumitomo também adquiriu participação em uma empresa japonesa especializada em IA física, tecnologia que permite aos robôs aprender novas tarefas de maneira autônoma. A iniciativa deve ajudar a seguradora a compreender melhor o comportamento desses sistemas e os riscos envolvidos em sua utilização. Apesar dos planos ambiciosos, ainda não está claro qual será o impacto econômico da robótica em larga escala. O Japão pretende usar as máquinas para amenizar a escassez de mão de obra, mas produtividade, custos, segurança e capacidade dos robôs continuam sendo pontos que precisarão ser comprovados com a expansão dos testes em ambientes reais.