EUR/SEK
MoedaEuro/Coroa Sueca
Atualizado: 2026-08-18 13:10:39
Resumo Cambial: Euro/Coroa Sueca
O câmbio de Euro/Coroa Sueca (EUR/SEK) está cotado a R$ 11,0355 para compra e R$ 11,0407 para venda, registrando uma variação de +0.34% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 10,9967 e a máxima de R$ 11,0530.
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B3 tem segundo pior desempenho em agosto entre bolsas estrangeiras
A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) teve o pior desempenho em dólares em agosto dentre 21 bolsas internacionais , conforme levantamento feito pela consultoria Elos Ayta divulgado, nesta terça-feira (18/8), com base no fechamento até ontem. De acordo com a consultoria, o Índice Bovespa (IBovespa), principal indicador da B3, acumulava queda em dólares de 8,54% em agosto até segunda-feira (17/8), ficando à frente apenas do Índice Merval, da Argentina, que recuou 10,47% no mesmo período. Por volta das 13h55 de hoje, a B3 recuava 0,07%, aos 166.660 pontos. De acordo com o sócio fundador da Elos Ayta, Einar Rivero, o resultado do levantamento coloca o mercado acionário brasileiro entre os destaques negativos do mês no cenário internacional. A conversão dos resultados para dólares amplia a dimensão da queda do mercado brasileiro. “No período, o dólar registra valorização de 2,44% frente ao real, enquanto o IBovespa acumula queda de 6,30% em moeda brasileira. Assim, além da desvalorização das ações, o investidor estrangeiro enfrenta o efeito cambial, que aprofunda a perda registrada pelo principal índice da bolsa brasileira”, informou. A consultoria informou ainda que, entre os quatro piores desempenhos da amostra, dois são de mercados latino-americanos: o Merval argentino, com queda de 10,47%, e o IBovespa, com recuo de 8,54%. Na sequência aparecem o FTSE China 50, da China, com baixa de 2,55%, e o IPC México, que recuou 2,29%. O comportamento negativo, portanto, é particularmente concentrado nos mercados latino-americanos de maior porte. Por outro lado, os mercados europeus e asiáticos apresentaram os melhores resultados em agosto. O Euro Stoxx 50 liderou a amostra, com alta de 7,02%, seguido pelo Índice Nikkei 225, do Japão, com avanço de 6,77%. O Índice Nasdaq, a bolsa das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, apresentou valorização de 5,01%. Entre os mercados latino-americanos, Colômbia e Peru destoam do movimento negativo, com altas de 2,68% e 2,65%, respectivamente. Fuga de dólares Vale lembrar que a debandada de investidores estrangeiros na B3 está sendo forte no mês de agosto, apesar do forte fluxo de entrada que ocorreu no começo do ano. Até o dia 13, a saída de capital estrangeiro somou R$ 15,63 bilhões, segundo o levantamento da Elos Ayta. O resultado representa a maior retirada mensal registrada pela série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022, superando inclusive o saldo negativo de R$ 13,28 bilhões observado em maio deste ano, segundo Rivero. A saída de capital estrangeiro da B3 nas últimas semanas não tem uma causa única, mas é resultado a soma de vários fatores, alguns estruturais, de acordo com Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos. “No pano de fundo, seguem a guerra entre Irã e EUA, sem prazo definido para acabar, elevando a aversão a risco global e fortalecendo o dólar frente a moedas emergentes. Os juros brasileiros, que mesmo com perspectiva de cortes futuros permanecem em patamar elevado, a combinação entre preocupação fiscal e uma eleição, que segue acirrada, o mercado precifica que a atual gestão carrega um histórico de política fiscal voltada a gasto público, o que soma incerteza à indefinição eleitoral”, explicou. Segundo o analista, um fator que tem pesado para a debandada é a inflação norte-americana que ficou abaixo do esperado no mês passado, fazendo o capital acabar sendo direcionado para as empresas dos EUA, e fez as bolsas norte-americanas baterem recordes seguidos em agosto. “Com isso, cresce a perspectiva de que o Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) mantenha os juros estáveis até setembro e abra espaço para corte no quarto trimestre, o que torna os ativos americanos ainda mais atrativos frente aos emergentes”, acrescentou Minotto.
Bolsas da Europa fecham majoritariamente em baixa - 18/08/2026
As bolsas europeias recuaram majoritariamente nesta terça-feira (18), enquanto o impasse entre EUA e Irã aumentava as preocupações inflacionárias e as ações ligadas à tecnologia tinham queda robusta. Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,07%, a 10.728,04 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,71%, a 26.151,69 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,82%, a 8.509,36 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve queda de 1,06%, a 53.017,84 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,26%, a 19.929,82 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,93%, a 9.305,02 pontos. As cotações são preliminares. Ao longo do pregão, o juro do Bund alemão de 10 anos renovou máxima em 15 anos e o do Gilt britânico de 30 anos atingiu o maior nível em três meses, acompanhando as movimentações do petróleo e temores de pressões inflacionárias. O economista-chefe do BCE (Banco Central Europeu), Philip Lane, afirmou nesta terça que a inflação ao consumidor deve permanecer "bem acima" da meta de 2% em 2026, em meio aos efeitos da guerra no Irã. O aumento dos preços da energia pode ainda representar um obstáculo ao crescimento da zona do euro, diz o MUFG Bank. Entre os destaques, o setor de mineração europeu caiu 1,42%, diante da fraqueza dos preços do ouro, e o de tecnologia registrou baixa de 2,51%, em linha com Wall Street. A ASML, empresa mais valiosa da Europa, perdeu cerca de 5%, enquanto suas concorrentes de chips holandesas ASM International e BE Semiconductor recuaram 5,08% e 6,10%, respectivamente. A Infineon Technologies cedeu mais de 7% e o grupo francês de materiais semicondutores Soitec teve baixa de quase 14%. A marca de luxo Burberry (+2,76%) ajudou a bolsa de Londres a se sustentar no positivo. No radar macroeconômico, o índice de expectativas econômicas da Alemanha subiu além da projeção dos analistas, enquanto o desemprego ficou estável no Reino Unido, mas com mercado de trabalho dando sinais de arrefecimento. *Com informações da Dow Jones Newswires LEIA MAIS: Fazenda suspende 14 bets por riscos a apostadores, ao governo e ao mercado
Liquidação Global de Títulos: Por Que a Alta dos Juros nos EUA e Japão Ameaça os Mercados em 2026
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 14:50 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Disparada no rendimento dos papéis soberanos americanos e japoneses acende alerta fiscal no planeta, pressiona moedas emergentes e encarece o crédito global. O que aconteceu Venda em Massa: Investidores desfazem-se de títulos públicos em escala global, empurrando as taxas de retorno ( yields ) dos Treasuries americanos e dos papéis japoneses para patamares elevados. Pressão Fiscal e Inflação: A combinação de déficits públicos persistentes nas grandes potências e custos de energia aquecidos reabre o temor de juros altos por tempo prolongado. Impacto nos Emergentes: O movimento fortalece o dólar globalmente, encarece o financiamento soberano e exige maior cautela dos mercados em relação a moedas emergentes como o real. Refúgio na Renda Fixa Local: Com a Selic mantida a 14% ao ano pelo Banco Central do Brasil, a renda fixa doméstica segue atrativa, mas exige atenção ao risco de marcação a mercado nos títulos de longo prazo. O Terremoto nos Títulos Soberanos: Das Treasuries ao Japão O mercado financeiro internacional vivencia um movimento de forte repaginação de risco em agosto de 2026. Uma onda vendedora generalizada atingiu os papéis das dívidas soberanas das maiores economias do mundo, provocando um salto expressivo nas taxas de retorno (yields) dos papéis de renda fixa pública nos Estados Unidos, no Japão e na Zona do Euro. A raiz dessa liquidação simultânea reside em duas frentes interligadas: a deterioração fiscal das contas governamentais e a resiliência da inflação global. Nos Estados Unidos, a emissão maciça de dívida pelo Tesouro para financiar déficits orçamentários elevados tem encontrado menor demanda compradora nos leilões primários. Isso força os rendimentos das Treasuries de 10 e 30 anos para cima, elevando a taxa livre de risco global e encarecendo o custo de capital para empresas e governos no mundo todo. Paralelamente, no Japão, o Bank of Japan (BoJ) prossegue em sua transição histórica longe da era de juros negativos e controle estrito da curva de rendimentos. Com a inflação japonesa consolidada acima da meta, a alta nos rendimentos dos Japanese Government Bonds (JGBs) impulsiona a repatriamento de capital por investidores institucionais japoneses, reduzindo a liquidez disponível para financiar ativos no exterior. O aperto nas condições financeiras globais irradia impactos diretos sobre a economia brasileira. Quando os rendimentos dos títulos públicos americanos sobem, o capital global tende a migrar para a segurança dos papéis do Tesouro dos EUA, impulsionando o dólar e desvalorizando as moedas de países emergentes. No Brasil, o contágio é visível na curva futura de juros (contratos de DI na B3). Mesmo com a taxa básica Selic fixada no patamar restritivo de 14% ao ano pelo Banco Central, as taxas dos títulos públicos de longo prazo (como o Tesouro IPCA+ e Tesouro Pré-fixado) sofrem pressão de alta. Esse movimento reflete tanto a menor tolerância global ao risco quanto a exigência de um prêmio fiscal elevado por parte do investidor interno para financiar a dívida pública brasileira. Guia do Investidor Diante da volatilidade nos mercados globais de dívida e das taxas elevadas na renda fixa doméstica, o investidor deve adotar as seguintes estratégias: Reduza a Exposição a Títulos Pré-fixados Longos: Títulos de renda fixa com vencimentos distantes sofrem forte desvalorização na marcação a mercado quando os juros globais sobem. Priorize prazos mais curtos ou papéis pós-fixados. Ancore o Portfólio em Pós-Fixados Atrelados ao CDI: Com a taxa Selic a 14% ao ano, os papéis de liquidez diária (como Tesouro Selic e CDBs de grandes bancos) oferecem retorno real expressivo com baixíssimo risco de oscilação de preço. Atente-se à Proteção em Moeda Forte: A liquidação nos títulos globais costuma fortalecer o dólar. Manter uma fatia da carteira diversificada em ativos internacionais ou fundos cambiais atua como amortecedor contra choques de mercado. Monitore os Leilões do Tesouro Nacional: Acompanhe a taxa de rentabilidade oferecida nos leilões de papéis indexados à inflação (NTN-B / Tesouro IPCA+). O aumento dos prêmios de risco pode abrir janelas atrativas para quem pretende carregar o título até o vencimento. Leia mais Chilli Beans Avança em Fintech: Rede Lança Maquininha Própria e Prepara Oferta de Crédito para Franqueados 99 Amplia Benefícios e Lança Financiamento de Veículos Elétricos para Motoristas em 2026 Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais Bitcoin Hoje: Vale a Pena Investir com a Selic a 14%? Dow Jones Futuro Recua com Disparada do Petróleo e Impasse Diplomático entre EUA e Irã Estratégia de Renda: As ações que pagam mais de 14% e superam a barreira da Selic Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio IBC-Br cai 0,6% e mercado aposta em cortes da Selic Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar: