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Coroa Dinamarquesa/Euro

Atualizado: 2026-08-18 13:10:39

Preço Atual
R$ 0,1337
-0.01%

Resumo Cambial: Coroa Dinamarquesa/Euro

O câmbio de Coroa Dinamarquesa/Euro (DKK/EUR) está cotado a R$ 0,1337 para compra e R$ 0,1338 para venda, registrando uma variação de -0.01% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 0,1335 e a máxima de R$ 0,1341.

Variação (R$)
R$ -0,0000
Variação em valor
Variação Dia
Mín: R$ 0,1335
Máx: R$ 0,1341
Preço de Compra
R$ 0,1337
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Preço de Venda
R$ 0,1338
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Moeda norte-americana opera com oscilações no mercado financeiro global e doméstico nesta terça-feira. / Foto: MaracajuSpeed Nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, a cotação do dólar registra os seguintes valores no mercado: Dólar Comercial: Cotado por volta de R$ 5,21 (operando com uma leve variação positiva em relação ao fechamento anterior). Dólar Turismo: Costuma variar entre R$ 5,40 e R$ 5,48, dependendo da casa de câmbio ou da instituição emissora do cartão devido ao acréscimo de taxas operacionais e tributos (como o IOF). (Os valores variam ao longo do dia com as negociações do mercado financeiro).

Clube FII: Quando a cota de FII vira moeda de imóvel
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Danilo Barbosa, analista CNPI e Head de Research do Clube FII Passei as duas últimas semanas respondendo praticamente à mesma pergunta. Ela chegava por mensagem, por e-mail, no fórum, sempre com alguma variação de desespero: afinal, o que aconteceu com o fundo? O fundo é o TRX Real Estate, o TRXF11. Em pouco mais de trinta dias, ele anunciou perto de R$ 3,5 bilhões em aquisições, lançou a maior oferta de cotas da história dos fundos imobiliários brasileiros e viu a própria cota cair 17%, até a mínima histórica. No mesmo intervalo, nenhum imóvel perdeu inquilino, nenhum contrato foi rescindido e os aluguéis continuaram entrando. Quem foi procurar a resposta dentro dos imóveis não achou. Ela não estava lá. O fundo que compra imóvel sem tirar dinheiro do caixa Boa parte dessas compras não foi paga em dinheiro. Foi paga em cota. Na aquisição de participações em cinco shoppings, mais da metade do valor previsto para o fechamento sai em cotas emitidas para o vendedor. Num galpão logístico no Nordeste, a mesma engenharia. Eu entendo por que uma gestora faz isso. E acho até coerente. Com juro real nesse patamar, dívida sai cara e dinheiro novo é difícil de captar. A cota passa a funcionar como uma moeda que o próprio fundo consegue emitir: não paga juros e não entra no índice de alavancagem. Você compra ativo, cresce rápido e mantém o balanço com uma aparência relativamente controlada. O problema é que essa moeda não desaparece depois da transação. Ela vai parar na mão de alguém. Todo pagamento em cota cria um vendedor Quem vende imóvel e recebe cota como pagamento quase nunca fez aquela operação porque sonhava em virar cotista do fundo. Quer dinheiro… Quando? O mais rápido possível? Talvez. Do outro lado da mesa costuma estar uma incorporadora, um family office ou uma companhia que precisa reciclar capital. E, em algum momento, aquela cota precisa virar dinheiro no bolso mesmo. Pode ser hoje, amanhã ou daqui a um ano. Essa gente não necessariamente achou a tese do fundo bonita ou gosta do gestor. E quando isso fica grande, o nome vira um overhang. Traduzindo sem economês: existe uma fila de saída do papel esperando para chegar ao pregão. E essa fila não aparece com esse nome em nenhum fato relevante. Quando ela fica grande, surge quase um dilema do prisioneiro. Todo mundo com posição relevante sabe que os outros também podem vender, e quem vende primeiro tende a conseguir o melhor preço. Ninguém precisa achar que o fundo é ruim para apertar o botão. Basta achar que o vizinho ou um gringo vai apertar antes. As últimas semanas foram isso. O volume médio negociado por dia, que rodava entre R$ 5 milhões e R$ 9 milhões em 2024, foi para perto de R$ 40 milhões. Onde eu discordo do consenso A leitura que mais circulou nessas duas semanas foi a de que a cota caiu porque a gestora comunicou mal e que uma reavaliação extraordinária dos imóveis antes da oferta teria evitado o estrago. Eu discordo. E discordo por um motivo bastante prático. Já trabalhei como avaliador de imóveis. Sei o tamanho do trabalho de reavaliar mais de cem propriedades: cotação com avaliadoras, contratação, documentação, agendamento de vistoria, visita, elaboração de laudo, revisão. Dificilmente isso sai em menos de 2 meses. E tem uma outra parte da contabilidade, o imóvel que você comprou semana passada vale, na contabilidade, o preço que você pagou nele. Não tem de onde aparecer um valor novo de repente. Como boa parte desse portfólio é recente, muitos desses ativos provavelmente sairiam da reavaliação praticamente no mesmo lugar em que entraram. Comunicação melhor teria reduzido ruído? Sem dúvida. Teria segurado a cota? Na minha leitura, quase nada. O que derrubou o preço foi fluxo de venda, estrangeiro e institucional… não um desconforto do mercado. Mas, para o influenciador que se acha expert e analisou tudo em três minutos quando as cotas começaram a cair, essa foi a fruta mais baixa do pé. E o dono do book mudou Tem uma segunda camada aqui que ainda passa despercebida. E ela vale muito além de um fundo específico. Em 2024, a pessoa física respondia por cerca de 64% de tudo o que se negociava em fundos imobiliários. Institucionais somavam 17% e estrangeiros, 13%. Em julho de 2026, o quadro mudou bastante: os institucionais movimentaram 34% do volume, a pessoa física ficou com 33% e o estrangeiro com 29%. Juntos, institucional e estrangeiro já respondem por mais de 60% do giro! A pessoa física continua sendo a esmagadora maioria dos CPFs, mas deixou de ser a maioria do dinheiro que se move todo dia. E esses dois grupos operam com uma régua diferente da sua. Institucional rebalanceia carteira, tem mandato, prazo e limite de risco para respeitar. Estrangeiro entra e sai do Brasil por razões que não têm nenhuma relação com galpão em raio 30km ou shopping no interior. Quando um fundo lá fora decide reduzir exposição ao país, é um simples tchau. Ele vende o que é líquido, não necessariamente o que é ruim. Tem uma ironia aí. É justamente a liquidez que o pequeno investidor tanto pede que permite essas saídas rápidas. Fundo grande e líquido é fundo em que um vendedor gigante consegue sair sem simplesmente travar o mercado. Quem estava do outro lado viu a cota derreter e concluiu que alguma catástrofe tinha acontecido com os imóveis. Não necessariamente. Estão pagando caro? Estão (no dinheiro de hoje) A outra crítica que ouvi bastante foi sobre o preço dos ativos comprados. Aqui eu concordo em parte: os preços não são nenhuma pechincha. Só que Ferrari é cara, e ninguém compra Ferrari esperando o preço de um usado popular. A pergunta que interessa não é simplesmente se o preço é alto. É se esse preço maior vem acompanhado de risco menor. Quem compra imóvel pronto, locado e performado não corre nada perto do risco de quem comprou o terreno, bancou a obra, enfrentou licenciamento, atraso e ainda precisou encontrar inquilino. Esse primeiro investidor precisa ganhar dinheiro quando vende. Faz parte do jogo. É natural que o comprador seguinte pague mais por um fluxo que já está estabilizado. Chamar isso de mau negócio sem abrir a conta é preguiça. Agora, almoço grátis também não existe (essa é clássica). O vendedor que aceita cota sabe que pode precisar vender aquele papel com desconto e embute isso no preço que cobra pelo imóvel. Ou seja: dizer que o fundo comprou sem gastar caixa é uma meia verdade. O custo existe. Ele só não aparece na despesa financeira. Pode aparecer depois na cotação, distribuído entre todos os cotistas. Se o número de cotas quase dobra, o fundo precisa quase dobrar o resultado recorrente só para manter o mesmo rendimento por cota. A avaliação é o CAP Rate. Imóvel bom ajuda nessa conta. Imóvel bom comprado caro, ou ainda em obra, vai demorar mais para ajudar. E aqui estamos falando de carrego. O que eu tiro disso A cota de um fundo imobiliário é o único pedaço de imóvel que tem preço de tela. Ninguém liga para o seu apartamento às 14h47 de uma terça-feira oferecendo 17% a menos do que você pagou. Se ligasse, muita gente talvez descobrisse que o próprio patrimônio “oscila” muito mais do que imagina. No fundo imobiliário, essa negociação acontece todos os dias, diante dos seus olhos. O imóvel lá dentro continua com contrato, prazo, reajuste e inquilino que assinou embaixo. A cota, por outro lado, reflete o preço que compradores e vendedores aceitaram naquele instante e, às vezes, a urgência de quem precisa sair pesa muito mais do que qualquer mudança no imóvel. Em períodos calmos, preço e fundamento costumam contar histórias parecidas e ninguém nota a diferença. Nas últimas semanas, contaram histórias bem diferentes. Acontece, você tem estômago? Não estou dizendo que o mercado exagerou, nem que a gestora acertou a mão. Essa conta final vai levar alguns trimestres para fechar e vai depender de execução total da estratégia, não de opinião. Inclusive da minha. O ponto é mais simples. Se você olhou aquela queda e a primeira coisa que veio à cabeça foi perguntar o que aconteceu com os imóveis, talvez a pergunta mais útil fosse outra: quem estava vendendo?, por que precisava vender e o que essa pessoa sabia sobre a fila que vinha atrás dela? *As opiniões contidas nessa coluna não refletem necessariamente a opinião da B3 Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3

Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais
Dólar Hoje 18/08/2026

Dólar e Ibovespa Hoje: Mercado Abre Atento a Commodities e Juros Globais

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 11:52 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Abertura dos negócios em São Paulo é marcada pela cautela dos investidores diante da volatilidade do petróleo no exterior e do peso da taxa Selic mantida em 14% ao ano. O que aconteceu Abertura em Monitoramento: O Ibovespa inicia os negócios desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, buscando ritmo em meio ao cenário externo reticente e ao peso dos juros domésticos. Pressão no Câmbio: O dólar comercial registra oscilações frente ao real, reagindo à aversão global ao risco e ao movimento de busca por segurança nos mercados internacionais. Fator Commodities: A disparada das cotações do petróleo no exterior atua como vetor duplo, impulsionando petroleiras na B3, mas elevando o risco inflacionário global. Efeito Selic a 14%: O patamar elevado da taxa básica de juros continua atraindo capital para a renda fixa e limitando a liquidez no mercado de ações local. O Panorama da Abertura e o Comportamento do Câmbio Na manhã desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, o mercado financeiro brasileiro iniciou suas operações sob um ambiente de clara seletividade. O índice Ibovespa abriu a sessão buscando ponto de equilíbrio, refletindo a postura defensiva adotada pelos agentes econômicos nas praças internacionais. O dólar comercial exibe flutuações nas primeiras horas de negócio, alinhando-se ao movimento do índice DXY, que mede a força da moeda norte-americana contra uma cesta de divisas globais. Em momentos de aumento das tensões geopolíticas e dúvidas sobre o ritmo da política monetária do Federal Reserve (Fed), o mercado tende a buscar liquidez na moeda americana, pressionando a cotação das moedas de países emergentes, como o real. Ademais, a curva de juros futuros no Brasil opera com ajuste de prêmios, acompanhando o relatório de projeções de inflação e a sinalização de firmeza do Banco Central na condução da política monetária. Commodities Globais e o Desafio da Renda Variável Local O desempenho das grandes empresas exportadoras listadas na B3 surge como o principal suporte do Ibovespa nas primeiras horas do dia. O avanço no preço do barril de petróleo no mercado internacional — impulsionado pelas instabilidades de oferta no Oriente Médio — atrai comprador para os papéis da Petrobras e de petroleiras juniores. Por outro lado, a oscilação do minério de ferro nas bolsas asiáticas dita o ritmo das ações da Vale e do setor siderúrgico. Entretanto, o apetite por risco do investidor doméstico continua travado pelo custo de oportunidade. Com a taxa Selic fixada em 14% ao ano, os títulos públicos atrelados ao CDI e à inflação continuam entregando retornos reais expressivos com baixo risco de crédito. Esse cenário de juros restritivos comprime o valuation das empresas voltadas ao consumo interno, varejo e construção civil, exigindo disciplina na alocação de capital na Bolsa de Valores. Guia do Investidor Em pregões marcados por ruídos externos e sensibilidade cambial, o investidor deve manter o foco na gestão de risco e na preservação de capital: Evite Reações Precipitadas na Abertura: Os primeiros 30 minutos de pregão costumam apresentar maior volatilidade devido ao ajuste de ordens pendentes. Aguarde a consolidação das tendências antes de alterar posições relevantes. Diversifique com Foco em Proteção (Hedge): Manter uma parcela do portfólio exposta ao dólar ou a empresas exportadoras ajuda a mitigar as perdas das ações focadas no mercado interno durante dias de estresse cambial. Aproveite a Renda Fixa de Alta Liquidez: Com a Selic a 14% ao ano, mantenha a reserva de oportunidade em ativos pós-fixados com liquidez diária (como Tesouro Selic ou CDEs de grandes bancos) para aportar no mercado acionário nos momentos de correção exagerada. Acompanhe a Curva de DI: Fique atento aos contratos de juros futuros de médio e longo prazo, pois eles indicam a expectativa do mercado para o custo do capital corporativo nos próximos trimestres. Leia mais Bitcoin Hoje: Vale a Pena Investir com a Selic a 14%? Dow Jones Futuro Recua com Disparada do Petróleo e Impasse Diplomático entre EUA e Irã Salário Mínimo Acima de R$ 1.870 em São Paulo? Quem Tem Direito e Como Funciona Estratégia de Renda: As ações que pagam mais de 14% e superam a barreira da Selic Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Lotofácil acumulou R$ 5 milhões e sorteia hoje (18); confira regras, custos e probabilidades IBC-Br cai 0,6% e mercado aposta em cortes da Selic Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

Aviso Legal sobre Câmbio: As cotações de câmbio são fornecidas para fins informativos e representam taxas de referência do mercado comercial (interbancário). Taxas para compra em casas de câmbio (turismo), transferências internacionais ou cartões de crédito podem incluir spread, IOF e outras tarifas operacionais.