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Moeda

Coroa Dinamarquesa/Dólar Canadense

Atualizado: 2026-08-18 13:10:39

Preço Atual
R$ 0,2151
+0.06%

Resumo Cambial: Coroa Dinamarquesa/Dólar Canadense

O câmbio de Coroa Dinamarquesa/Dólar Canadense (DKK/CAD) está cotado a R$ 0,2151 para compra e R$ 0,2152 para venda, registrando uma variação de +0.06% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 0,2144 e a máxima de R$ 0,2154.

Variação (R$)
R$ 0,0001
Variação em valor
Variação Dia
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Preço de Compra
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O Bitcoin encerrou um mês de julho turbulento sem sair de sua faixa de cotação
Bitcoin 18/08/2026

O Bitcoin encerrou um mês de julho turbulento sem sair de sua faixa de cotação

Depois de um julho que colocou as criptomoedas à prova em múltiplas frentes, marcado por uma forte venda de Bitcoin por parte da Strategy, uma escalada no Oriente Médio e uma liquidação de ações de tecnologia, o Bitcoin encerrou o mês com uma alta de 5% em relação ao seu valor inicial e começou agosto mantendo-se firme, mesmo enquanto os mercados absorviam um dos eventos macroeconômicos mais incomuns do ano. Nesse contexto, Estados Unidos e Japão realizaram uma intervenção coordenada para apoiar o iene, mais especificamente, a primeira ação conjunta desse tipo entre os dois países desde 2011 e a primeira direcionada especificamente ao iene desde 1998. Segundo a Crypto Finance, empresa de ativos digitais que faz parte do Deutsche Börse Group, julho elevou o nível de exigência para os ativos de risco em geral. A inflação continuou moderando, mas os bancos centrais permaneceram cautelosos e o dólar se manteve firme, o que levou os investidores a se tornarem mais seletivos em relação às ações ligadas à inteligência artificial e de crescimento. O S&P 500 permaneceu próximo de suas máximas históricas, o que ocultou um mercado muito mais seletivo por baixo, à medida que a liderança se concentrou em um grupo mais reduzido de empresas. Nesse contexto, as criptomoedas se mantiveram firmes, com o Bitcoin sendo negociado em grande parte dentro da faixa de US$ 62 mil a US$ 65 mil ao longo do mês, e a empresa aponta os fluxos de ETFs como o principal fator por trás dessa estabilidade. Os fluxos se tornaram mais voláteis perto do fechamento do mês, mas a demanda institucional permaneceu majoritariamente construtiva e ajudou a absorver a pressão vendedora durante os períodos de fraqueza macroeconômica. Os avanços regulatórios acrescentaram um suporte adicional. A CLARITY Act avançou em seu processo legislativo durante julho e, embora sua resolução final ainda esteja pendente, é considerada um catalisador importante para o setor no segundo semestre do ano. Strategy, a empresa de Michael Saylor, continuou sendo um fator que influenciou o sentimento do mercado. A companhia indicou que continuará vendendo Bitcoin na margem até que suas ações preferenciais STRC atinjam a paridade, atualmente negociadas a US$ 92,15. Os investidores continuam debatendo a crescente oferta de valores mobiliários preferenciais e produtos estruturados vinculados ao Bitcoin emitidos pela companhia, embora sua melhor posição de liquidez e sua flexibilidade de financiamento tenham reduzido, durante o mês, as preocupações com uma venda forçada. Mike Schwitalla, Chief Commercial Officer da Crypto Finance, afirmou que o padrão observado durante julho reflete um mercado que está amadurecendo na forma como avalia o risco. “O fato de o Bitcoin ter atravessado uma venda da Strategy, uma queda das ações de tecnologia e uma intervenção cambial coordenada sem registrar uma queda equivalente diz muito sobre para onde estão se direcionando os fluxos institucionais. Os investidores que construíram sua exposição por meio de acordos adequados de custódia, brokerage e liquidação são os que estão em condições de manter sua posição durante um mês como este, sem ter que reagir a cada manchete. Esse é precisamente o tipo de infraestrutura que os bancos e os gestores de ativos estão solicitando à medida que desenvolvem sua capacidade em ativos digitais”, afirmou. A resiliência observada durante julho está em linha com uma tendência mais ampla que a Crypto Finance vem registrando ao longo de 2026. Os bancos da América Latina e da Península Ibérica estão desenvolvendo cada vez mais capacidade para oferecer exposição a ativos digitais a seus próprios clientes, em vez de tratar as criptomoedas como um negócio a ser evitado ou completamente terceirizado. Essa mudança está levando as instituições a buscar acordos de custódia, brokerage e liquidação que cumpram o mesmo padrão regulatório de sua infraestrutura bancária existente. “O que se destacou em julho foi a capacidade do mercado de manter o equilíbrio enquanto outros ativos de risco estavam sob pressão. Esse tipo de resiliência só se torna investível quando a infraestrutura subjacente, a custódia e os processos de liquidação são construídos com padrões institucionais”, acrescentou Schwitalla. O que esperar em agosto? Olhando para o que vem pela frente, a Crypto Finance espera que os resultados trimestrais de várias empresas de alto perfil e a divulgação do relatório de folhas de pagamento não agrícolas dos Estados Unidos desta semana influenciem o desempenho das criptomoedas, juntamente com os avanços da Clarity Act. Caso uma moção de encerramento de debate (cloture) seja apresentada na quarta-feira, uma votação de procedimento poderá ocorrer já na sexta-feira. Além disso, o foco do mercado em agosto estará voltado para a inflação, os dados de emprego e os rendimentos dos títulos do Tesouro, após o reajuste das expectativas com viés restritivo (hawkish) registrado em julho. Com o rendimento de 30 anos já acima de 5,2%, a companhia espera que os mercados continuem especialmente sensíveis a qualquer dado que altere as expectativas sobre os rumos da política do Federal Reserve. O iene também merece atenção especial, já que movimentos bruscos no USD/JPY historicamente tiveram consequências para os ativos de risco em geral, dado o papel das operações de carry trade financiadas em ienes, e uma nova onda de volatilidade na moeda poderia se espalhar para as ações, as taxas e as criptomoedas da mesma forma. Na renda variável, a inteligência artificial continua sendo o tema dominante, embora a Crypto Finance espere que os investidores continuem premiando as empresas que possam demonstrar monetização clara e geração de fluxo de caixa livre, em detrimento daquelas que ainda dependem de expectativas de crescimento futuro. Quanto às criptomoedas, os fluxos de ETFs e os avanços regulatórios continuam sendo os catalisadores a acompanhar. Na ausência de maiores entradas institucionais ou avanços significativos no âmbito regulatório, e com as condições de liquidez próprias do verão ainda vigentes, a Crypto Finance espera que o Bitcoin continue sendo negociado dentro de sua faixa estabelecida de US$ 62 mil a US$ 65 mil durante o restante de agosto.

Cotação do Dólar Hoje (18)
Mercado Financeiro Global 18/08/2026

Cotação do Dólar Hoje (18)

Moeda norte-americana opera com oscilações no mercado financeiro global e doméstico nesta terça-feira. / Foto: MaracajuSpeed Nesta terça-feira, 18 de agosto de 2026, a cotação do dólar registra os seguintes valores no mercado: Dólar Comercial: Cotado por volta de R$ 5,21 (operando com uma leve variação positiva em relação ao fechamento anterior). Dólar Turismo: Costuma variar entre R$ 5,40 e R$ 5,48, dependendo da casa de câmbio ou da instituição emissora do cartão devido ao acréscimo de taxas operacionais e tributos (como o IOF). (Os valores variam ao longo do dia com as negociações do mercado financeiro).

Clube FII: Quando a cota de FII vira moeda de imóvel
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

Clube FII: Quando a cota de FII vira moeda de imóvel

Danilo Barbosa, analista CNPI e Head de Research do Clube FII Passei as duas últimas semanas respondendo praticamente à mesma pergunta. Ela chegava por mensagem, por e-mail, no fórum, sempre com alguma variação de desespero: afinal, o que aconteceu com o fundo? O fundo é o TRX Real Estate, o TRXF11. Em pouco mais de trinta dias, ele anunciou perto de R$ 3,5 bilhões em aquisições, lançou a maior oferta de cotas da história dos fundos imobiliários brasileiros e viu a própria cota cair 17%, até a mínima histórica. No mesmo intervalo, nenhum imóvel perdeu inquilino, nenhum contrato foi rescindido e os aluguéis continuaram entrando. Quem foi procurar a resposta dentro dos imóveis não achou. Ela não estava lá. O fundo que compra imóvel sem tirar dinheiro do caixa Boa parte dessas compras não foi paga em dinheiro. Foi paga em cota. Na aquisição de participações em cinco shoppings, mais da metade do valor previsto para o fechamento sai em cotas emitidas para o vendedor. Num galpão logístico no Nordeste, a mesma engenharia. Eu entendo por que uma gestora faz isso. E acho até coerente. Com juro real nesse patamar, dívida sai cara e dinheiro novo é difícil de captar. A cota passa a funcionar como uma moeda que o próprio fundo consegue emitir: não paga juros e não entra no índice de alavancagem. Você compra ativo, cresce rápido e mantém o balanço com uma aparência relativamente controlada. O problema é que essa moeda não desaparece depois da transação. Ela vai parar na mão de alguém. Todo pagamento em cota cria um vendedor Quem vende imóvel e recebe cota como pagamento quase nunca fez aquela operação porque sonhava em virar cotista do fundo. Quer dinheiro… Quando? O mais rápido possível? Talvez. Do outro lado da mesa costuma estar uma incorporadora, um family office ou uma companhia que precisa reciclar capital. E, em algum momento, aquela cota precisa virar dinheiro no bolso mesmo. Pode ser hoje, amanhã ou daqui a um ano. Essa gente não necessariamente achou a tese do fundo bonita ou gosta do gestor. E quando isso fica grande, o nome vira um overhang. Traduzindo sem economês: existe uma fila de saída do papel esperando para chegar ao pregão. E essa fila não aparece com esse nome em nenhum fato relevante. Quando ela fica grande, surge quase um dilema do prisioneiro. Todo mundo com posição relevante sabe que os outros também podem vender, e quem vende primeiro tende a conseguir o melhor preço. Ninguém precisa achar que o fundo é ruim para apertar o botão. Basta achar que o vizinho ou um gringo vai apertar antes. As últimas semanas foram isso. O volume médio negociado por dia, que rodava entre R$ 5 milhões e R$ 9 milhões em 2024, foi para perto de R$ 40 milhões. Onde eu discordo do consenso A leitura que mais circulou nessas duas semanas foi a de que a cota caiu porque a gestora comunicou mal e que uma reavaliação extraordinária dos imóveis antes da oferta teria evitado o estrago. Eu discordo. E discordo por um motivo bastante prático. Já trabalhei como avaliador de imóveis. Sei o tamanho do trabalho de reavaliar mais de cem propriedades: cotação com avaliadoras, contratação, documentação, agendamento de vistoria, visita, elaboração de laudo, revisão. Dificilmente isso sai em menos de 2 meses. E tem uma outra parte da contabilidade, o imóvel que você comprou semana passada vale, na contabilidade, o preço que você pagou nele. Não tem de onde aparecer um valor novo de repente. Como boa parte desse portfólio é recente, muitos desses ativos provavelmente sairiam da reavaliação praticamente no mesmo lugar em que entraram. Comunicação melhor teria reduzido ruído? Sem dúvida. Teria segurado a cota? Na minha leitura, quase nada. O que derrubou o preço foi fluxo de venda, estrangeiro e institucional… não um desconforto do mercado. Mas, para o influenciador que se acha expert e analisou tudo em três minutos quando as cotas começaram a cair, essa foi a fruta mais baixa do pé. E o dono do book mudou Tem uma segunda camada aqui que ainda passa despercebida. E ela vale muito além de um fundo específico. Em 2024, a pessoa física respondia por cerca de 64% de tudo o que se negociava em fundos imobiliários. Institucionais somavam 17% e estrangeiros, 13%. Em julho de 2026, o quadro mudou bastante: os institucionais movimentaram 34% do volume, a pessoa física ficou com 33% e o estrangeiro com 29%. Juntos, institucional e estrangeiro já respondem por mais de 60% do giro! A pessoa física continua sendo a esmagadora maioria dos CPFs, mas deixou de ser a maioria do dinheiro que se move todo dia. E esses dois grupos operam com uma régua diferente da sua. Institucional rebalanceia carteira, tem mandato, prazo e limite de risco para respeitar. Estrangeiro entra e sai do Brasil por razões que não têm nenhuma relação com galpão em raio 30km ou shopping no interior. Quando um fundo lá fora decide reduzir exposição ao país, é um simples tchau. Ele vende o que é líquido, não necessariamente o que é ruim. Tem uma ironia aí. É justamente a liquidez que o pequeno investidor tanto pede que permite essas saídas rápidas. Fundo grande e líquido é fundo em que um vendedor gigante consegue sair sem simplesmente travar o mercado. Quem estava do outro lado viu a cota derreter e concluiu que alguma catástrofe tinha acontecido com os imóveis. Não necessariamente. Estão pagando caro? Estão (no dinheiro de hoje) A outra crítica que ouvi bastante foi sobre o preço dos ativos comprados. Aqui eu concordo em parte: os preços não são nenhuma pechincha. Só que Ferrari é cara, e ninguém compra Ferrari esperando o preço de um usado popular. A pergunta que interessa não é simplesmente se o preço é alto. É se esse preço maior vem acompanhado de risco menor. Quem compra imóvel pronto, locado e performado não corre nada perto do risco de quem comprou o terreno, bancou a obra, enfrentou licenciamento, atraso e ainda precisou encontrar inquilino. Esse primeiro investidor precisa ganhar dinheiro quando vende. Faz parte do jogo. É natural que o comprador seguinte pague mais por um fluxo que já está estabilizado. Chamar isso de mau negócio sem abrir a conta é preguiça. Agora, almoço grátis também não existe (essa é clássica). O vendedor que aceita cota sabe que pode precisar vender aquele papel com desconto e embute isso no preço que cobra pelo imóvel. Ou seja: dizer que o fundo comprou sem gastar caixa é uma meia verdade. O custo existe. Ele só não aparece na despesa financeira. Pode aparecer depois na cotação, distribuído entre todos os cotistas. Se o número de cotas quase dobra, o fundo precisa quase dobrar o resultado recorrente só para manter o mesmo rendimento por cota. A avaliação é o CAP Rate. Imóvel bom ajuda nessa conta. Imóvel bom comprado caro, ou ainda em obra, vai demorar mais para ajudar. E aqui estamos falando de carrego. O que eu tiro disso A cota de um fundo imobiliário é o único pedaço de imóvel que tem preço de tela. Ninguém liga para o seu apartamento às 14h47 de uma terça-feira oferecendo 17% a menos do que você pagou. Se ligasse, muita gente talvez descobrisse que o próprio patrimônio “oscila” muito mais do que imagina. No fundo imobiliário, essa negociação acontece todos os dias, diante dos seus olhos. O imóvel lá dentro continua com contrato, prazo, reajuste e inquilino que assinou embaixo. A cota, por outro lado, reflete o preço que compradores e vendedores aceitaram naquele instante e, às vezes, a urgência de quem precisa sair pesa muito mais do que qualquer mudança no imóvel. Em períodos calmos, preço e fundamento costumam contar histórias parecidas e ninguém nota a diferença. Nas últimas semanas, contaram histórias bem diferentes. Acontece, você tem estômago? Não estou dizendo que o mercado exagerou, nem que a gestora acertou a mão. Essa conta final vai levar alguns trimestres para fechar e vai depender de execução total da estratégia, não de opinião. Inclusive da minha. O ponto é mais simples. Se você olhou aquela queda e a primeira coisa que veio à cabeça foi perguntar o que aconteceu com os imóveis, talvez a pergunta mais útil fosse outra: quem estava vendendo?, por que precisava vender e o que essa pessoa sabia sobre a fila que vinha atrás dela? *As opiniões contidas nessa coluna não refletem necessariamente a opinião da B3 Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3

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