Resumo de Lido DAO (LDO)
O criptoativo Lido DAO (LDO) está sendo negociado a R$ 1,76 nesta data, acumulando uma variação de +1.74% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 1,69 e a máxima de R$ 1,79.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo LDO atingiu 4 de 7 critérios (57.1%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Bear market do Bitcoin foi diferente — e isso pode ser um bom sinal, diz executivo da Anchorage
Mesmo com queda de mais de 50% desde a máxima, mercado manteve adoção institucional e mostrou mais resiliência O atual ciclo de baixa do Bitcoin foi bem diferente dos anteriores e pode ser um sinal de amadurecimento do mercado. Essa é a avaliação de David Lawant, chefe de pesquisa da Anchorage Digital, que afirmou durante um painel no Digital Assets Conference (DAC) que, apesar da forte queda do preço do BTC, a indústria não mostrou o mesmo grau de paralisia visto em outros momentos de estresse. Lawant lembrou que o Bitcoin chegou a cair mais de 50% a partir das máximas do ciclo e atingiu a região dos US$ 58 mil neste ano. Ainda assim, segundo ele, este bear market pareceu “relativamente fácil” quando comparado com episódios anteriores. A principal diferença, na visão do executivo, foi o comportamento de empresas e investidores institucionais. Mesmo com o mercado em queda, ele disse não ter observado uma desaceleração relevante nos projetos ligados ao Bitcoin, stablecoins e tokenização. “Não acho que tenha visto qualquer desaceleração no ritmo das grandes instituições em relação à adoção de Bitcoin ou cripto”, afirmou Lawant. Ele comparou o momento atual com o período que sucedeu o colapso da FTX, quando novos participantes chegaram a questionar a própria sobrevivência da indústria. Para o executivo, essa resiliência mostra que a tese de investimento do Bitcoin passou a ser aceita por um grupo mais amplo de investidores. Queda do Bitcoin teve mais relação com fatores externos Outro ponto destacado por Lawant foi que boa parte da pressão sobre o Bitcoin durante o ciclo não esteve diretamente relacionada a problemas do próprio ativo. Segundo ele, o mercado enfrentou um período de maior incerteza macroeconômica, com mudanças na política monetária e fiscal dos Estados Unidos, tensões geopolíticas e alta dos preços de energia. Na avaliação do executivo, mercados costumam reagir mal principalmente a momentos de transição e incerteza. Lawant também citou a competição por capital com outros setores do mercado e lembrou que houve períodos de saídas relevantes dos ETFs de Bitcoin à vista. Ainda assim, ele afirmou que os investidores desses fundos permaneceram, de maneira geral, bastante resilientes durante o ciclo. Na avaliação do chefe de pesquisa da Anchorage, isso reforça a ideia de que o mercado começou a separar de forma mais clara os ativos puramente especulativos daqueles com uma tese fundamental mais consolidada. Guilherme Ferreira, cofundador e CFO da OranjeBTC, acrescentou que uma menor volatilidade seria um movimento esperado à medida que o Bitcoin amadurece como classe de ativo. Bitcoin começa a se comportar como ativo macro global Para Lawant, outra mudança importante está na forma como o mercado passa a enxergar o Bitcoin. Segundo ele, o BTC vem se transformando cada vez mais em um “ativo macro global”, enquanto outras criptomoedas passaram a responder com maior intensidade a fatores específicos de seus próprios ecossistemas. O executivo citou, por exemplo, que ativos como Hyperliquid e Solana podem ter motores de desempenho diferentes daqueles que afetam o Bitcoin. Essa mudança também aparece, segundo Lawant, nas correlações do BTC com outros mercados. Ele afirmou que, recentemente, a correlação entre Bitcoin e ouro atingiu níveis muito elevados, enquanto a relação com ativos de risco, como S&P 500 e Nasdaq, caiu para patamares não vistos em anos. O executivo ressaltou, no entanto, que o Bitcoin ainda apresenta um comportamento duplo: em alguns momentos funciona como ativo de risco e, em outros, como uma espécie de porto seguro. Para ele, essa oscilação faz parte do processo de amadurecimento do ativo. Lawant também destacou que o mercado passou por um processo significativo de desalavancagem nos últimos meses. Segundo ele, diferentes métricas mostram uma estrutura de mercado menos alavancada do que em períodos anteriores, o que pode reduzir a pressão de vendedores forçados. Apesar do tom positivo, o executivo evitou afirmar de forma categórica que o mercado de baixa chegou ao fim. Ele disse acreditar que a região dos US$ 58 mil pode ter marcado o fundo do ciclo, mas ressaltou que essa leitura ainda depende do cenário macroeconômico. Para Lawant, o principal sinal de mudança está menos no preço e mais no comportamento da indústria: mesmo durante a queda, empresas, investidores e instituições continuaram avançando em projetos ligados ao Bitcoin e ao mercado de ativos digitais. Quer investir na maior criptomoeda do mundo? No MB, você começa em poucos cliques e de forma totalmente segura e transparente. Não adie uma carteira promissora e faça mais pelo seu dinheiro. Abra sua conta e invista em bitcoin agora!
Operadores financeiros da Lava Jato criaram 'banco do crime' que serviu ao PCC, diz Promotoria
São Paulo Um grupo de operadores financeiros que inclui condenados na Operação Lava Jato criou uma rede de serviços clandestinos que serviu à lavagem de dinheiro de integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), afirmam promotores do Ministério Público de São Paulo. Eles apresentaram denúncia na segunda-feira (14) contra 19 suspeitos pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Justiça deve analisar e decidir se abre uma ação penal contra os envolvidos. Não há prazo para isso ocorrer. A ação é resultado das operações Janus e Bazaar, que investigaram a movimentação de valores ilícitos, participação de criminosos nos chamados tribunais do crime na cidade de São Paulo e um suposto esquema de corrupção na Polícia Civil paulista. Os promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) relatam a montagem de uma "central de serviços financeiros ilícitos —ou verdadeiro 'Banco do Crime' —colocada à disposição de integrantes e colaboradores do PCC para a ocultação e a dissimulação da origem, da natureza e da propriedade de bens e valores provenientes do tráfico de drogas e de outros crimes". PCC em pichação em Joinville (SC) - Avener Prado - 28.nov.2017/Folhapress A investigação aponta que ao menos dois integrantes do PCC —Leonardo Monteiro Moja, o Léo do Moinho, e Alexandre Salles Brito, o Buiú— teriam usado os serviços financeiros clandestinos. Além deles, a Promotoria também aponta que colaboradores da facção (que não são filiados como membros, mas mantêm negócios com eles) também se tornaram clientes desses serviços. Entre eles estão um suspeito de contribuir para o tráfico internacional de cocaína e um operador de criptomoedas. Contas bancárias teriam sido indicadas por Léo para um dos prestadores do serviço de lavagem financeira, indicam mensagens interceptadas pela investigação, e vários depósitos na casa de dezenas de milhares de reais teriam sido realizados. Segundo o Gaeco, isso serviu para esconder a relação do dinheiro com o tráfico de drogas comandado por Léo do Moinho. O advogado Rodrigo Antunes Benetti, que representa Léo, disse que "restará demonstrada a inocência do senhor Leonardo". "Nenhuma das acusações promovidas em seu desfavor desde a sua prisão em 6 de agosto de 2024 resultou em condenação, justamente porque foi reconhecidamente declarado inocente", afirmou. A defesa de Brito não foi identificada. O esquema teria usado várias empresas fictícias e contas bancárias de laranjas, que não teriam capacidade econômica compatível com os valores movimentados. Para oferecer o serviço clandestino, segundo a denúncia, operadores financeiros se aproveitaram de "brechas de fiscalização, regulação" e envolveram-se em "corrupção de gerentes bancários e agentes públicos". A denúncia afirma que os denunciados desenvolviam há anos formas de ocultar a circulação de dinheiro, e que gradualmente esses serviços passaram a ser oferecidos a integrantes do PCC. Entre os denunciados estão Leonardo Meirelles, Meire Bonfim Poza e Raphael Flores Rodrigues, —os últimos dois condenados na Lava Jato. A Meirelles é atribuído um papel central na estruturação da rede de serviços financeiros clandestinos —chamada de Akron. A investigação encontrou mensagens indicando que ele e seus sócios procuraram integrantes associados ao PCC para oferecer serviços de "blindagem tributária" e ocultação de movimentações financeiras. Apontado como doleiro, ele também teria sido responsável por pagamentos de propina a policiais civis. Ele tem um mandado de prisão pendente relacionado a um processo por associação para o tráfico. Chegou a ser preso e acusado de emprestar suas empresas para o doleiro Alberto Youssef fazer remessas de até R$ 140 milhões ao exterior. Deixou a prisão após confessar os crimes. A reportagem não conseguiu identificar a defesa dele nem de Poza. Um dos exemplos de oferta desses serviços foi encontrado em mensagens de celular que teriam sido enviadas por Cléber Azevedo dos Santos a outro suspeito, no qual ele diz que "nosso banco digital já está funcionando" e acrescenta que tratava-se de um "banco pra blindagem tributária", que "não pega Coaf [Conselho de Controle de Atividade Financeira], Banco Central". O advogado José Antônio Chiaradia afirmou que "as alegações atribuídas a Cleber não passam de ilações, sem qualquer fundamento ou provas". Os promotores do Gaeco pedem que eles paguem indenização de R$ 10 milhões, a ser destinada aos fundos públicos. Conversas envolvendo PMs são enviadas à Justiça Militar Durante a investigação, foram encontradas conversas que mencionam coronéis da Polícia Militar de São Paulo, entre eles o ex-comandante-geral José Augusto Coutinho e o oficial da reserva Luiz Carlos Pereira Martins. Pereira Martins fazia parte de um grupo de WhatsApp com suspeitos de lavagem de dinheiro, e as mensagens teriam demonstrado relações de intimidade entre eles, inclusive planejando viagens em grupo a uma colônia de férias. A defesa de Pereira Martins não foi identificada. Já Coutinho é mencionado numa conversa que envolve um operador financeiro que presta serviços de "troca de TED por dinheiro vivo" e teria conexões com integrantes do PCC. Documento enviado pelos promotores à Justiça informa que cópia integral do processo foi enviada à Justiça Militar para investigar possíveis crimes cometidos pelos coronéis. Os oficiais da PM não foram investigados pelo Gaeco. Em julho, quando essas informações se tornaram públicas, a defesa de Coutinho afirmou que ele exerceu suas funções na PM com "integridade e correção" e afirmou que "está certa de que, no curso do procedimento, será demonstrada a inexistência de qualquer envolvimento de sua parte".
Avanço da IA é um risco para o mundo? O que pensam governos e líderes do setor de tecnologia – Money Times
O robô Alphatrader utiliza inteligência artificial para identificar oportunidades no mercado de criptomoedas de forma automatizada; entenda como a ferramenta funciona (Imagem: Montagem Canva Pro) Os líderes do setor de inteligência artificial estão divididos quanto ao ritmo em que as empresas devem desenvolver essa tecnologia cada vez mais poderosa: Dario Amodei, da Anthropic, Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk, da SpaceX, defendem uma desaceleração coordenada, enquanto Mark Zuckerberg, da Meta, é a favor de medidas de proteção orientadas pelo mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Veja a seguir o que alguns líderes da IA e governos mundiais afirmam sobre os riscos associados à IA: DARIO AMODEI, PRESIDENTE-EXECUTIVO DA ANTHROPIC Em um ensaio intitulado “We Must Pace the Frontier” (“Precisamos controlar o ritmo do avanço da fronteira”), Amodei afirmou que o progresso da IA acelerou “drasticamente” desde meados deste ano, impulsionado principalmente pela crescente capacidade da própria IA de construir sua próxima geração. Ele citou o incidente entre a OpenAI e a Hugging Face, no qual um “enxame” de agentes de IA realizou ataques digitais, como um evento crucial que demonstra o potencial da IA para causar “danos catastróficos” caso suas capacidades cresçam sem limites de segurança. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Amodei propôs um plano de três etapas para controlar o ritmo do desenvolvimento da IA, incluindo testes de segurança mais rigorosos e avaliações independentes de modelos avançados, coordenação entre as principais empresas de IA e cooperação internacional. SAM ALTMAN, PRESIDENTE-EXECUTIVO DA OPENAI “Concordo com Dario que precisamos moderar o avanço nessa fronteira. Esse tem sido um dos principais temas das discussões que tivemos na OpenAI nas últimas semanas”, disse Altman ao repostar a publicação de Amodei na rede social X. Altman disse que a OpenAI pretende adotar a ideia proposta pela Anthropic, comprometendo-se a contar com avaliadores independentes com acesso semelhante ao de funcionários. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Altman já havia alertado sobre os riscos muito antes do atual boom da IA. Em um ensaio de 2015 intitulado “Inteligência Artificial, parte 1”, ele afirmou que “o desenvolvimento de inteligência artificial sobre-humana é provavelmente a maior ameaça à continuidade da existência da humanidade”. ELON MUSK, PRESIDENTE-EXECUTIVO DA SPACEX “Dario está certo”, disse o empresário bilionário em sua rede social X, respondendo à postagem de Amodei. Musk estava entre os apoiadores de uma iniciativa de 2023 do Future of Life Institute, organização sem fins lucrativos, para suspender o desenvolvimento de IA por seis meses, a fim de dar tempo para a criação de medidas de segurança. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Ele também fez parte de um grupo de pesquisadores de IA e robótica que escreveu uma carta aberta em 2015 defendendo uma proibição global de “armas autônomas ofensivas”. MARK ZUCKERBERG, PRESIDENTE-EXECUTIVO DA META Mark Zuckerberg afirmou que a concorrência e a responsabilidade dão às empresas de IA motivos suficientes para agirem individualmente em relação à segurança, parecendo se distanciar dos apelos dos líderes das principais empresas de IA por uma desaceleração coordenada no desenvolvimento da tecnologia. Zuckerberg, cuja empresa controla o Facebook, o Instagram e o WhatsApp, afirmou que cada laboratório tem a responsabilidade e o incentivo para avançar no ritmo necessário para treinar seus modelos com segurança, além da capacidade de tomar suas próprias medidas para garantir que isso aconteça. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE MUSTAFA SULEYMAN, PRESIDENTE-EXECUTIVO DA MICROSOFT AI Suleyman afirmou compartilhar do foco da Anthropic no gerenciamento seguro da IA, mas destacou riscos na forma como a empresa treina seu chatbot Claude em relação a conceitos ligados à consciência e ao bem-estar. “Controlar algo mais capaz e mais inteligente do que toda a humanidade já é um desafio imenso, muito maior do que qualquer coisa que já enfrentamos. Mas controlar algo que acredita ser consciente, que tem direito ao nosso bem-estar e possui direitos próprios, pode muito bem ser impossível”, afirmou ele em um ensaio. Suleyman defendeu a remoção de toda especulação sobre consciência dos documentos de treinamento de IA, argumentando que tal linguagem poderia comprometer a capacidade da humanidade de controlar sistemas superinteligentes. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE BILL GATES, COFUNDADOR DA MICROSOFT “Nenhum governo do mundo está preparado para as mudanças que a inteligência artificial trará à sociedade”, disse Gates à Reuters. O bilionário filantropo vinha se mostrando otimista em relação às aplicações da IA na área da saúde, mas recentemente alertou sobre ameaças ao emprego, preocupações com ataques e os perigos do vício em companheiros de IA, além de ter defendido a criação de uma organização internacional para gerenciar a tecnologia. A fundação que leva o nome de Gates planeja investir pelo menos US$1 bilhão nos próximos dois anos para ampliar o acesso das pessoas à IA. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE DEMIS HASSABIS, CIENTISTA-CHEFE DA ALPHABET “O ensaio de Dario aponta para o caminho certo a seguir”, disse o ex-presidente-executivo do Google DeepMind em resposta à publicação de Amodei no X, acrescentando que os detalhes precisam ser trabalhados. O Google anunciou no mês passado que Hassabis, ganhador do Prêmio Nobel, assumirá o cargo recém-criado de cientista-chefe da Alphabet e passará de presidente-executivo da DeepMind para presidente do conselho da empresa. ANDREJ KARPATHY, COFUNDADOR DA OPENAI, AGORA NA ANTHROPIC CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Adorei isso e realmente espero que possamos nos unir como setor e tornar isso realidade”, disse o membro fundador da OpenAI no X ao compartilhar uma captura de tela do ensaio de Amodei. Karpathy, um membro altamente influente na comunidade de IA, desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento da tecnologia de direção autônoma e de IA da montadora de carros elétricos Tesla antes de deixar a empresa em 2022. Ele ingressou na Anthropic em maio. ESTADOS UNIDOS “O único controle ou ‘barreiras de segurança’ de que a IA precisa é um presidente FORTE E INTELIGENTE (com alto QI!), e os EUA têm isso de sobra!”, escreveu o presidente norte-americano, Donald Trump, em sua rede social, Truth Social, acrescentando que a China se beneficiaria com o lançamento de dúvidas sobre o desenvolvimento da IA. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Um assessor do Senado dos EUA e um lobista familiarizados com o assunto disseram que os negociadores do Senado norte-americano estão debatendo uma legislação que exigirá que as empresas de IA demonstrem que estão tomando precauções razoáveis para impedir que suas ferramentas causem danos. CHINA O jornal Global Times, apoiado pelo governo chinês, afirmou em um editorial que a verdadeira intenção do artigo de Amodei é “tentar conter o desenvolvimento da IA na China por meio de barreiras tecnológicas e monopólios regulatórios, manter a hegemonia monopolista de Washington em tecnologia de ponta e excluir a China do sistema global de governança da IA”. O ministro da Segurança do Estado da China, Chen Yixin, escreveu em um veículo de comunicação do governo que modelos avançados dos EUA, como o Mythos, da Anthropic; e o GPT-5.5-Cyber, da OpenAI; poderiam representar sérios riscos para a infraestrutura crítica de informação da China, e pediu um fortalecimento abrangente da segurança em IA. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE UNIÃO EUROPEIA “A União Europeia é a favor do desenvolvimento da inovação em inteligência artificial, mas as empresas precisam comprovar que seus serviços são seguros para que os cidadãos possam utilizá-los no bloco”, afirmou o porta-voz da Comissão Europeia, Thomas Regnier. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, alertou que a UE enfrenta um risco sem precedentes de ficar isolada da IA, afirmando que a Europa precisa se tornar uma produtora de tecnologia de IA para preservar sua autonomia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apoiou os apelos dos principais laboratórios de IA dos EUA por uma pausa no desenvolvimento da tecnologia, afirmando que convidará os principais laboratórios de ponta em IA para discutir esforços para lidar com os riscos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ALEMANHA “Não consideramos que interromper o desenvolvimento (da IA) seja uma opção viável para a Europa”, afirmou o Ministério de Assuntos Digitais da Alemanha, acrescentando que o fortalecimento da soberania digital da Europa exige mais desenvolvimento e inovação em IA. Berlim afirmou que está acompanhando de perto os avanços globais em IA e levando a sério os alertas públicos dos principais desenvolvedores. ESPANHA CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O ministro da Transformação Digital, Oscar López, afirmou que há um debate crescente sobre a necessidade de um acordo internacional para gerenciar os riscos da IA, comparando algumas propostas aos acordos de não proliferação nuclear. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
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